Curso gratuito online com 56 aulas aborda direitos da comunidade LGBTI+

Curso gratuito online com 56 aulas aborda direitos da comunidade LGBTI+

O IEDF (Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade) formulou um curso, Falando Direito Virtual, que aborda direitos da comunidade LGBTI+ e poderá ser assistido gratuitamente por estudantes de todo o país, as aulas ocorrerão de segunda a sexta-feira, às 20h.

Temas como o direito à união estável, ao casamento, ao nome, à igualdade, à vida, saúde, adoção, à intimidade e privacidade, de não ser assediado no trabalho, liberdade religiosa e de expressão, à educação estarão disponíveis na plataforma.

Todo o conteúdo, com 56 aulas gratuitas, poderá ser acompanhado até dia 25 de julho através da ferramenta neste LINK. As inscrições podem ser feitas pelo endereço secretariaiedf@gmail.com ou visite o SITE para saber mais.

A dinâmica será simples e bem parecida com as aulas presenciais em 56 aulas de 20 minutos que serão ministradas nos temas da apostila disponível no site. Vários palestrantes do ramo do direito falarão do direito do nascer, viver até o envelhecer”, diz Sandra Taya, Presidente do IEDF

Sobre o Falando Direito

O “Falando Direito” é uma ação educacional em direitos para a cidadania e a prática do princípio da fraternidade destinada a jovens da rede pública de ensino, preferencialmente das últimas séries do Ensino Médio, promovida pelo Instituto de Educação em Direitos e Fraternidade.

A meta é capacitar alunos por meio da abordagem de temas jurídicos relacionados às fases do ciclo de vida humana. O projeto é executado nas modalidades presencial e virtual.

O Projeto Falando Direito foi criado em abril de 2016 para substituir e reformular a ação inicial, de nome “Conhecer Direito”, criada em 2010, sob coordenação da Defensoria Pública do Distrito Federal. Naquele ano, foram formadas duas turmas de alunos – uma por semestre.

Desde março de 2017, é coordenado pelo Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade (IEDF), com total isonomia, a fim de possibilitar a expansão padronizada e coordenada do ensino em direitos, atingindo o maior número possível de jovens de escolas públicas do DF e do Brasil, de forma presencial e online.